quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

A CHEGADA (2016) E WHATCHEN (2009)

Faz um certo tempo que não estamos aqui, mas essa mereceu. Bem, sabe como é né, "férias" e doença que não quer sair. Vamos deixar de enrolação e vamos ao ponto.

A) A Chegada, 2016, de Denis Villeneuve (O Homem Duplicado). Bem, outro filme de alienígenas. Pra variar, aquele "drama", "drama", que em minha humilde opinião, o "enredo" está um pouco saturado. Desde 1996, com Independence Day, há uma enxurrada de filmes "alienígenas". Mas temos que concordar que esse filme é um pouco diferente dos demais. Primeiro, porque a fotografia, música e o cenário beiram a perfeição. Villeneuve teve muito cuidado em "caprichar" tais pontos. Segundo, a "moralidade" do filme é digamos, coerente. Será que podemos aprender alguma coisa realmente com o outro? (Com o alienígena?) Logo, nós, tão "perfeitos" e cheios de si?

Mas.... o filme é lento, e fica entre "dar medo" e "refletir". Apenas no final do filme é que se entende realmente a "finalidade" da reflexão. Pra mim, é um filme confuso, mas com finalidade bem específica e moralista. Resumindo, nota 8.5. 

B)Watchmen, 2009, de Zack Snyder. Bem, é um filme que sempre ouvia falar, mas faltava tempo para vê-lo. Afinal, é um filme de  2h42 minutos. Talvez seja audacioso, como até meu amigo Edson disse que era o melhor filme do Snyder. Não sei se é o melhor, mas é um dos melhores, certeza. Mas... vamos lá. O filme fala sobre um certo período histórico (quase final da Guerra Fria) - 1985-1986. Tudo começa por uma morte de um "super herói" conhecido como o Comediante (Jeffrey Dean (que?) Morgan, o mesmo de Supernatural e The Walking Dead) e a partir daí, a "trama' desenrola perante à eminente guerra entre Rússia e EUA, e a perseguição aos super-heróis. Mediante à tudo isso, percebe-se os defeitos e qualidades dos envolvidos. De uma forma "realista" e até forte (sangue, sexo) questiona-se várias coisas: o que é moral? o que é sonho americano? O que é ser justo? Ser bom resolve? A sociedade tem jeito? Haley (Rorshchach) arrasa... e Crudup (Dr.Manhattan) também completam o filme. Seria ele, Deus ou apenas um 'god'? Bem, o filme é interessante, me surpreendeu e até lembrou a sua lentidão de "Interestelar" (com todas suas proporções, óbvio). 2h42min poderiam ser tranquilamente 2h15min. Nolan e Znyder, os diretores do Batman, respectivamente. Que ironia, nota 9.3.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

[CRÍTICA DUPLA] "SHAOLIN DO SERTÃO" E "AINDA ESTAMOS AQUI"

Bem, vamos lá. Dois filmes opostos: Shaolin do Sertão e Ainda Estamos Aqui

SHAOLIN DO SERTÃO --> Filme cearense, filmado em Quixadá, com presença dos principais atores de Cine Holiudy. O filme é de comédia, mas consegue ter um "roteiro" mais coisado que o seu antecessor. Gosto porquê mostra um pouco da cultura nordestina e cearense. É um filme feito por cearense pra cearense. Mas não acrescenta muito na sétima arte. Nota: 6.5

AINDA ESTAMOS AQUI --> Filme que concorria por muitos a ser o "melhor filme de terror" de 2015...fala de um casal que chega à uma casa e uma cidade pacata e pequena (clichê nada, né?). E este casal perdeu recentemente um filho, blá blá... com isso, acontecem várias coisas estranhas que suscitam a curiosidade sobre o que é o local. O local, óbvio, é assombrado por espíritos do passado. Dizem que uma família teria morrido por um incêndio. Entre os 0-40 minutos do filme é um aspecto completamente diferente dos 40-80 min. Parece que o diretor "apertou mais rápido" no play. Tem algumas reviravoltas e muito SANGUE SANGUE. Lembrou o saudoso Tarantino. Mas com um roteiro desequilibrado, o filme até assusta, com certas proporções. Ah, tem muitas perguntas... que fazem você pensar pensar.. (isso se tiver coragem). No mais, o filme não é lá tanta coisa assim.Nota: 7.0 por fazer eu pensar =)



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terça-feira, 25 de outubro de 2016

[CRÍTICA] Caça Fantasmas [Remake] e Tartaruga Ninja: Fora das Sombras

CAÇA FANTASMAS [REMAKE]: Eu sinceramente, odeio remakes. Porque normalmente, vem aquele "enlatado" totalmente superficial coberto de "efeitos visuais" e um roteiro fraco e incoerente. Pois bem, Caça Fantasmas (2016) não passa de um filme politicamente correto (mulheres, de todas cores, etc etc), que não passa do mesmo conteúdo de 1986. As críticas que vi deram até 8,5 para este filme. Eu não consigo entender realmente. Acho que o "marketing" deve estar dominando as opiniões, porquê em nenhum momento empolga. Deixemos a nostalgia como salvação. Nota : 4.0

TARTARUGA NINJA - FORA DAS SOMBRAS - A transformação do desenho para a telona é sempre um desafio. Talvez o "bom publico" desta franquia é justificada pelas pessoas "teen" que desconhecem o legado e a nostalgia dos desenhos. Por isso, os efeitos visuais hoje, se tornam obrigatórios. Como em breve, ler será apenas feito em computadores e telas. No mais, o filme é aquele "velho dilema de mal x bem" com a bela Megan Fox. Não sei se hoje estou chateado pela PEC 241, ou se o filme é besta. Deixemos pra análise depois. Nota: 4.5.

sábado, 15 de outubro de 2016

[CRÍTICA DUPLA] INDEPENDENCE DAY - O RESSURGIMENTO E "INFERNO"

Bem, vamos lá depois de muito tempo, e a crítica é dupla, de dois filmes que assisti nessa semana: Independence Day: O ressurgimento e "Inferno". Vamos lá:

a)Independence Day - O Ressurgimento é um daqueles filmes que nem deveria existir. Com vários efeitos especiais e "certo pioneirismo" no tipo de abordagem invasiva dos alienígenas, em 1996, o filme ficara na história dos cinéfilos e amantes do cinema da época em 1990-2000. A continuidade, totalmente desnecessária, não consegue ser boa em nada. Só uma breve nostalgia da maioria dos atores que também participaram em 1996. Nota: 5.0 Nada mais.

b)Inferno --> Bem diferente do outro filme, essa película é um assunto totalmente diferente. Baseado na obra de Dan Brown - que é baseado na obra de Dante Aglhieri - fala sobre a superpopulação da Terra, e assim, um bilionário resolve "colocar" a Terra nos eixos, produzindo um novo vírus que poderia matar milhões e até bilhões de pessoas. Obviamente, a temática é feita através de vários suspenses e 'emaranhados" típicos de Brown. Como não li o livro, vou me ater ao filme. Tom Hanks mesmo com uma "participação" razoável, consegue ter um ponto da balança de fidelidade e de "verdade" no filme. No mais, temos uma bela participação de Irrfan Khan (Harry Sims do filme) e uma surpresa abortada de Felicity Jones (Dra.Sienna) que no final do filme ficou meio "perdida". No mais, o filme "peca" no final, devido à um certo "pressa" em resolver o problema. Uma certa descontinuidade no roteiro, mas perante à maioria dos tipos de filmes, é aquele filme que você sempre assiste. Gostei. Melhor filme do mês e da semana. Nota: 9.0

terça-feira, 23 de agosto de 2016

[CRÍTICA] ESQUADRÃO SUICIDA

Bem, todos sabem o meu apreço pelo Batman, e pela DC Comics pelos personagens mais definidos, mais profundos, resumindo, melhores [em minha última opinião, sem mimimi, por favor] Tenho que admitir que ultimamente estou sem tempo para ver filmes, mas finalmente assisti Esquadrão Suicida, e....

a) O filme tinha tudo pra ser bom, bem menos complexo que a "briga épica" de Batman x Superman e conseguiu ser bem pior, incrível!;

b)A direção de David Ayer (Corações de Ferro, SWAT, Marcados para Morrer) foi uma incógnita. O que foi o problema? A pressão do "mercado" exercida pela Marvel? Ou foi o roteirista? Enfim, ainda dou uma segunda chance pra ele..

c)Coringa? Não convenceu. Me perdoem os fãs. Mas definitivamente Jared Leto não é nem será um coringa "no minímo coerente" depois de Ledger. Futurista e esteticamente confuso (afinal, mesmo no caos, o Coringa tem sua cara") o Coringa pra mim é a pior parte do filme. Desculpem, sério!

d)Arquelina, sim! A Margot Robbie é a alma do filme. Momentos ruins,tristes, mas com uma apresentação quase perfeita!

e)No mais, Will Smith não convenceu nem tampouco empolgou;

f)Sim, o Batman em momentos entre e pós-créditos, esse sim, mostrou ainda ser a "ALMA" dos filmes de superheróis da Warner/DC;

Resumindo, filme péssimo, que mostra o seguinte: "melhor levar críticas por ser autêntico e original/diferente" do que tentar parecer os filmezinhos "familiares" da Marvel. Esquadrão Suicida (como já diz o trocadilho) levou essa questão

Filme fraco, nota 6.0

quarta-feira, 22 de junho de 2016

[CRÍTICA] INVOCAÇÃO DO MAL 2

Normalmente, não faço críticas de filmes de terror, por dois motivos. Primeiro, porque a maioria é clichê, e a segunda, porque eu gosto de assuntos sobrenaturais/religiosos e afins.

Mas vamos lá ao filme. Uma família numa casa que seria habitada por espírito (s)? que começaram a assustar as crianças, bla bla bla. É sempre o mesmo contexto, história, etc.

Pois bem, o casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson, de Passageiros) chegam ao caso depois de que ninguém mais quer resolver. Passou padre, polícia, etc.

Entre possessões demoníacas e alguns "segredos" que assustam a maioria das pessoas, o  "poltergeist" acontece, e enfim, deixa todo mundo tentando entender, entre dúvidas de que se realmente o caso seria verdade.

No final, que deixo pra vocês assistirem no cinema, fica "ambiguo" se teremos mais uma da franquia. Patrick Wilson e Vera Farmiga moralizam o filme, baseado em um casal norte-americano.

No mais, o filme é mais um filme de terror, com uma breve história espírita e cristã (tradicional). No mais, ele faz seu papel. Assustar. 

Mas com o tempo, quem gosta do "assunto" começa a ficar mais forte. Invocação do Mal 1 é bem melhor do que o 2.

Nota: 7.0

sexta-feira, 27 de maio de 2016

[CRÍTICA FILME] Triângulo do Medo.

Com recomendação do grande Vitor Raniel, assisti finalmetne ao filme "Triangulo do Medo". Um filme de fato, instigante, curioso, impressionante e completamente MALUCO, é MALUCO mesmo. Nível hard de "queimar os neurônios". Veio em mim várias explicações/teorias possíveis para a "loucura" que se passa no filme (só assistindo pra sentir). 

Obviamente, não posso detalhá-las claramente para perder a graça de alguem assistir o filme. Vamos lá ao filme:

-O filme inicia com referências 'coisadas', com um tempo calmo e tranquilo, chegando à causar tédio (obviamente, com os dias de hoje, que a maioria do filmes são agitados desde o início) assim como um dos filmes que mais adoro, Gravidade, começa fraco mas qdo começa COMEÇA!. Pois bem, a moça lá tem um filho, e não é muito digamos, ortodoxa. Resolve ir ao porto, para sair com um jovem e um casal. Chegando lá, tudo bem, formalidades. A moça que esqueci de dizer quem é, é a Jess (Melissa George) dorme e fica em um barco com tais pessoas. Só que acontece uma "tempestade elétrica" de grande porte, e o barco fica avariado. Curiosamente, chega um navio de grande porte, em que os "naufragados (ou quase?)" pensam em serem a sua solução. Chegando lá...acontecem vários atos e ações totalmente desconexas e loucas, em que você tem que ter "muito neurônio e atenção" para tentar entender.

Pois bem, o filme é intrigante e bota pra pensar. É uma mistura de "Navio Fantasma", "Outros" e uma pitada de "Evocando Espíritos". O filme é bom pra ótimo. Faltando aquela coerência de roteiro, mas talvez essa "loucura" seja a tendência/finalidade do filme. Nota: 8.8! E mais uma vez obrigado pela indicação!

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Crítica do Filme - X-Men: Apocalipse

Com toda humildade, ultimamente estou decepcionado com as críticas que vemos por aí. Meteram o pau em Batman vs Superman e agora, X-Men: Apocalipse e exaltaram "Capitão América: guerra civil". O que vi na verdade, em minha humildade - novamente digo - que pra mim as coisas não foram bem assim. Parece que querem contrariar, de propósito. Pra mim esperam algo de um filme de herói que jamais pode ser.

Pois bem, diante desse exposto, o que falar de X-Men: Apocalipse. É um filme além da crítica, mais obvio, aquém do que ele poderia ser. O enredo inicial parte de um "deus" (o primeiro mutante) e seu poder imenso na humanidade, e que é aprisionado ainda no Egito, e seus "cavaleiros". Temos aqui uma noção de que o "Deus surpremo" dito na Bíblia é na verdade, um mutante. A comparação é inevitável. E esse "deus" que de repente, é digamos, acordado. Enquanto à todo esse trama bem explicado - clássico de qualquer filme da Marvel: didático para qualquer criança entender - da origem de vários personagens do X-Men, o tal Apocalipse (ou pra digamos mais correto, o En Sabah Nur) começa a aparecer e equipar os seus súditos. Enquanto do outro lado, Xavier e Magneto passam por vários problemas e questões no seu cotidiano. No geral, o filme parte para uma guerra final entre os X-Men e o tal "deus". Neste conflito, vê-se as ações e forças de cada mutante, e de que forma, poderia acabar com a raça humana. Desta vez, a guerra não tem influencia direta dos humanos. 
Um pequeno spoiler que é dito no final do filme que nos deixa à pensar: "Enfim, tudo está revelado".

Pois bem, o filme é daqueles que você assiste até o fim, mas não empolga totalmente. Talvez seja porquê vários filmes da franquia já são lançados e essa "mania holywoodiana" de voltar ao passado, às vezes apenas diz que não tem mais história ou que esta história foi contada errada.

No mais, o filme é nota 8.5. Como disse, muito melhor que a crítica, mas podia ser melhor sim. E que venha Liga da Justiça em 2017! 

terça-feira, 24 de maio de 2016

CRÍTICA [RESSUREIÇÃO]

Realmente assisti demoradamente, eu sei. Porquê afinal, hoje so se assiste "filmes" por época..perdemos aquele costume de assistir filmes por diversão, entretenimento, ou simplesmente algum tipo de conhecimento. Pois bem, depois de algum tempo, resolvi escrever e assistir o filme "Ressurreição", com Joseph Fiennes (Hércules) que é um centurião romano poderoso cético que foi encarregado de investigar o "misterioso" sumiço de corpo de Yeshua (que finalmente é tratado como algo mais decente e menos fanático, sem aquela idéia medieval de Cristo branco, pois Cliff Curtis de origem árabe/indiana). Entre pressão política dos judeus e da "tentativa" de equilibrar tantos povos em um só reino, a pressão é para um desfecho político ser favorável. Entre as investigações, Clavius (Fiennes) vai a fundo e ver várias provas de que a "versão" de Yeshua ter sido ressucitado possa ser definitivamente verdade. Entre vários depoimentos, ele chega ao próprio Yeshua. Assim, ele começa a ver as coisas de forma diferenciada. "Ver e crer é fácil, dificil é sentir algo verdade sem ter visto" é uma das morais do filme. Que apesar de ser embasado na religião cristã, não força à barra. Ainda bem, pois em 'épocas de intolerância" é uma coerência cinematográfica e política. Enquanto ser tudo verdade, vai depender pra variar da fé (construída ou induzida?), pois o filme apenas relata uma outra visão, longe de catequizar alguém. Ainda bem. A nota é boa. 8.5. Belo filme, com respeito ao espectador.

domingo, 8 de maio de 2016

[CRÍTICA - FILME AMNÉSIA - 2000]

Tem filmes que conseguem trazer aquela sensação intrigante, enigmática. Seguindo à recomendação de Diego Soares...resolvi assistir Amnésia, do (talvez) melhor diretor dos últimos tempos, Christopher Nolan (Batman, Interestelar, entre outros). O filme é de uma complexidade tamanha que se você perder 30 segundos da longa, talvez você não consiga mais entender o filme. O filme é daqueles que você tem que estar de bem com a vida - e assim ter concentração suficiente - para tentar entender os enigmas que são pouco a pouco jogados na tela e de forma sutil. (Bem, isso é a cara do Nolan, realmente como por ex, em Interestelar que de certa forma é bem mais didático - se comparado à este). Bem, o filme conta um "possível" cenário de assassinato em uma casa da mulher de Leonard Selby (Lenin?) e que esta morre, e o "homem" se salva, porém, com várias sequelas, uma delas raras mas terríveis é não conseguir gravar nada de fatos recentes, isto é, ele não possui memória recente. Nolan através do grande Guy Pearce (Selby) e a participação convincente de Joe Pantoliano o filme é praticamente um diálogo (em poucas vezes um triálogo) quando entra em jogo, a atual desaparecida dos grandes filmes - Carrie-Anne Moss (a Trinity de Matrix) - em que ninguém entende quase nada do que é realidade, de fato. É o tipo de filme que não se assiste em plena transição domingo - segunda feira como fiz. Mas é um filmaço. Nolan, sempre Nolan. A nota é ótima, e filme bem melhor que os últimos que ganham "dinheiro" no cinema. Filme para pensar, sonhar com ele. Mesmo que não se entenda tudo dele. Intrigante, isso é filme de Nolan. Nota: 9.7.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

[CRÍTICA] Invasão à Londres

Sabes aquele filme que você já sabe um pouco do início, meio e fim? Poisé, "Invasão à Londres" é um filme deste tipo. Ação não falta, bazuca, e tome, mas tome, tome mesmo muita bala. Mais de 5.000 em todo o filme, certeza. A história inicia de uma morte de um primeiro ministro da Inglaterra que faz "vários presidentes" irem à Londres, e lá acontece o tal atentado. Um terrorista muito conhecido por vender armas é o principal agente de tal ação. Ah, tenho que dizer que os EUA mataram a família dele há dois anos atrás. Ou seja, uma retaliação. Ah, como o primeiro filme, os primeiros minutos é sempre aquela "música nacionalista" e mostrando a "família" do presidente (Aa EckHart)  e de seu "salva-guarda" (Gerald Butler), refletindo obviamente a "hombridade de ambos". É aquele filme doutrinador: mortes americanas logicamente são choradas, mortes dos outros são ignoradas, justas. E obviamente, como no primeiro filme, a "obcessão" em querer o presidente, e ser morto em praça virtual, etc etc. Os choros no televisão, rádio, no mundo inteiro, etc etc etc. Ah, a nota, é 5.5 pela ação do helicóptero caindo, apesar dos péssimos efeitos especiais =) Ah, e hoje estou de bom humor!

domingo, 1 de maio de 2016

[CRÍTICA] CAPITÃO AMÉRICA 3: Guerra Civil

Ultimamente venho observado às críticas de vários meios de comunicação sobre vários filmes,e obviamente, tenho percebido algumas questões que não consigo compreender...por isso, prefiro ver os filmes, não só escutando as "críticas" dos outros. Recomendo o mesmo. Veja e faça sua própria opinião. Pois bem, fui finalmente assisti "Capitão América 3: Guerra Civil" depois de um verdadeiro "marketing" e propaganda totalmente à favor do filme.


Detesto filmes com grandes expectativas. E Capitão América 3: Guerra Civil é um destes filmes que não "corresponde" à expectativa, mas também não é aquele que decepciona. A Marvel tem mérito em ter uma "filmologia" bem consolidada, agradando e atraindo vários públicos (infantil, adolescente, adulto, idosos, praticamente todos). É um tipo de filme didático, com uma "marca" bem específica da Marvel, como aquelas cenas pós-creditos.

Pois bem, vamos ao filme. O filme é muito didático, como qualquer outro da Marvel. Se você manjar da série "Agentes da Shield" e dos outros filmes da franquia, você entenderá o que iria acontecer. Vamos lá tentar explicar sem "grandes spoilers".

Um evento na Nigéria inicia-se, e há a participação de Capitão América (Chris Evans) - um personagem que realmente cresceu com o ator e com a força de vontade da Marvel em colocar um personagem muito desconhecido pelo grande público - em resolver alguns problemas. Mas pessoas morrem, e a idéia dos 'Vingadores" é colocada em xeque. Com isso, começa o problema: uns com umas opiniões, já outros, ao contrário. Pois bem, o roteiro como falei, é didático, bem desrcandeado, explicando cada passo, para enfim, chegar o tal "conflito" capitaneado entre Capitão América e Homem de Ferro (Robert Downey Jr)

Entre outros aspectos, o Homem Aranha (como já está sendo há muito tempo pra mim) é novamente uma decepção. O "tal herói" é mais cômico e "pirralho" (propriamente chamado no filme) do que um papel no minímo coadjuvante no filme. Há aquelas controvérsias de moralidade, de opiniões e de lado. O filme acaba novamente, em uma continuidade. Se irá vir mais Homem Aranha, Homem de Ferro e obviamente, Vingadores. Em alguns momentos, o Capitão América chega a ter um personagem maduro, mas com ações duvidosas, chega à ser "sem sentido" mas um leitor despercebido, não percebe.

Resumindo, o filme é didático, propriamente chamado de "blockbuster", mas não coloca à fundo a alma dos personagens. O filme é mais uma apresentação de volta ao Homem Aranha, boa participação do desconhecido Homem Formiga e a maturidade de dois personagens: Homem de Ferro e Capitão América. Os outros passam totalmente despercebidos. Pra mim um filme que não empolga, mas diverte quem veio só pra isso. 

Não vejo como comparar esse filme à Batman vs Superman;
Batman e Superman (me desculpem) mas são personagens consolidados (fora como dentro do HQ, um é Deus e outro é o "cara" das trevas, literalmente). Você sente a falta do "herói" de fato em Capitão América 3: Guerra Civil. Porque este herói nem é Capitão América nem Homem de Ferro, nenhum outro.

Tirando esta "forçação" de barra do propaganda e marketing que tantos falam, Guerra Civil nem é melhor nem é pior que Batman vs Superman. É apenas outra versão de superheróis, mais voltada à familia, sem muitas complicações, ou "obscuridades". Erros de roteiro? Martha? Também tem coisas parecidas no filme de hoje. Como sempre, os fãs (geralmente desconhecem a DC como a Marvel) apenas refletem os fortes conflitos das duas na mídia. Erros de roteiro existem em ambos.

Mas a nota é boa, 9.0

sexta-feira, 15 de abril de 2016

[CRÍTICA] Filha de Deus

Um filme lançado em 2016, com a participação recente de Keanu Reeves (distante da grande mídia) intitulado "Filha de Deus" chegou às nossas mãos. Um filme interessante, devido à "massiva" ideologia contra o "estupro" nos últimos anos. Acho válido, já que são assuntos considerados como 'tabus" tanto na esfera religiosa como social, de fato. Por isso, o Oscar quando elevou o filme surpresa "Spotlight" como o melhor do ano, consideramos que o Cinema apresentou uma face mais psicológica, mais direta na sociedade, no lugar apenas da arte. Acho válido. Pois bem, o filme é simples e complexo ao mesmo tempo. Uma moça vê um certo milagre numa estação de metrô, e ao mesmo tempo, um policial é morto no mesmo local, e seu parceiro Reeves vai à investigação. Porém, no meio termo, várias coisas acontecem - entre elas mortes meio infundadas, apenas para permear a história - e no final, de forma relativamente surpreendente, chega-se à conclusão do filme, de forma psicológica e de suspense. O filme "cansa" por sua lentidão em juntar os fatos, mas finaliza de forma artística e psicológica em um "cenário" bastante reflexivo. É um filme para pensar, refletir sobre a vida, que sempre precisa melhorar. Nota: 7.0!

terça-feira, 12 de abril de 2016

A Quinta Onda (Crítica)

Estava muito curioso com alguns filmes "de segunda linha" e por isso, assistimos ao tal filme "A quinta Onda" com a "potencial" atriz Chloë Grace Moretz (aquela de Hugo Cabret) como protagonista. Bem, o filme é péssimo pra horrível (não sei qual vocábulo posso usar). De repente, o cinema em Hollywood produzem filmes em série sobre alienígenas e zumbis. Tudo bem que já ouvi significados pra essa tendência, mas uma coisa é falar sobre um assunto, outra é fazer um roteiro e uma sequencia de filme sem sentido algum. Principalmente voltado ao público jovem, o filme coloca um certo "triangulo amoroso" no final, em que crianças são colocadas como a "esperança da guerra". Entre surpresas bem triviais, o filme acaba de forma como começou. Explica nada nem coloca nenhum personagem de fato, em evidencia. Não recomendo de forma alguma, nem pra diversão, dá. Igual ou pior que "Atividade Paranormal", que assusta só aqueles que querem ser assustados. Sem mais, nota 5.0.