Com recomendação do grande Vitor Raniel, assisti finalmetne ao filme "Triangulo do Medo". Um filme de fato, instigante, curioso, impressionante e completamente MALUCO, é MALUCO mesmo. Nível hard de "queimar os neurônios". Veio em mim várias explicações/teorias possíveis para a "loucura" que se passa no filme (só assistindo pra sentir).
Obviamente, não posso detalhá-las claramente para perder a graça de alguem assistir o filme. Vamos lá ao filme:
-O filme inicia com referências 'coisadas', com um tempo calmo e tranquilo, chegando à causar tédio (obviamente, com os dias de hoje, que a maioria do filmes são agitados desde o início) assim como um dos filmes que mais adoro, Gravidade, começa fraco mas qdo começa COMEÇA!. Pois bem, a moça lá tem um filho, e não é muito digamos, ortodoxa. Resolve ir ao porto, para sair com um jovem e um casal. Chegando lá, tudo bem, formalidades. A moça que esqueci de dizer quem é, é a Jess (Melissa George) dorme e fica em um barco com tais pessoas. Só que acontece uma "tempestade elétrica" de grande porte, e o barco fica avariado. Curiosamente, chega um navio de grande porte, em que os "naufragados (ou quase?)" pensam em serem a sua solução. Chegando lá...acontecem vários atos e ações totalmente desconexas e loucas, em que você tem que ter "muito neurônio e atenção" para tentar entender.
Pois bem, o filme é intrigante e bota pra pensar. É uma mistura de "Navio Fantasma", "Outros" e uma pitada de "Evocando Espíritos". O filme é bom pra ótimo. Faltando aquela coerência de roteiro, mas talvez essa "loucura" seja a tendência/finalidade do filme. Nota: 8.8! E mais uma vez obrigado pela indicação!
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sexta-feira, 27 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Crítica do Filme - X-Men: Apocalipse
Com toda humildade, ultimamente estou decepcionado com as críticas que vemos por aí. Meteram o pau em Batman vs Superman e agora, X-Men: Apocalipse e exaltaram "Capitão América: guerra civil". O que vi na verdade, em minha humildade - novamente digo - que pra mim as coisas não foram bem assim. Parece que querem contrariar, de propósito. Pra mim esperam algo de um filme de herói que jamais pode ser.
Pois bem, diante desse exposto, o que falar de X-Men: Apocalipse. É um filme além da crítica, mais obvio, aquém do que ele poderia ser. O enredo inicial parte de um "deus" (o primeiro mutante) e seu poder imenso na humanidade, e que é aprisionado ainda no Egito, e seus "cavaleiros". Temos aqui uma noção de que o "Deus surpremo" dito na Bíblia é na verdade, um mutante. A comparação é inevitável. E esse "deus" que de repente, é digamos, acordado. Enquanto à todo esse trama bem explicado - clássico de qualquer filme da Marvel: didático para qualquer criança entender - da origem de vários personagens do X-Men, o tal Apocalipse (ou pra digamos mais correto, o En Sabah Nur) começa a aparecer e equipar os seus súditos. Enquanto do outro lado, Xavier e Magneto passam por vários problemas e questões no seu cotidiano. No geral, o filme parte para uma guerra final entre os X-Men e o tal "deus". Neste conflito, vê-se as ações e forças de cada mutante, e de que forma, poderia acabar com a raça humana. Desta vez, a guerra não tem influencia direta dos humanos.
Um pequeno spoiler que é dito no final do filme que nos deixa à pensar: "Enfim, tudo está revelado".
Pois bem, o filme é daqueles que você assiste até o fim, mas não empolga totalmente. Talvez seja porquê vários filmes da franquia já são lançados e essa "mania holywoodiana" de voltar ao passado, às vezes apenas diz que não tem mais história ou que esta história foi contada errada.
No mais, o filme é nota 8.5. Como disse, muito melhor que a crítica, mas podia ser melhor sim. E que venha Liga da Justiça em 2017!
Pois bem, diante desse exposto, o que falar de X-Men: Apocalipse. É um filme além da crítica, mais obvio, aquém do que ele poderia ser. O enredo inicial parte de um "deus" (o primeiro mutante) e seu poder imenso na humanidade, e que é aprisionado ainda no Egito, e seus "cavaleiros". Temos aqui uma noção de que o "Deus surpremo" dito na Bíblia é na verdade, um mutante. A comparação é inevitável. E esse "deus" que de repente, é digamos, acordado. Enquanto à todo esse trama bem explicado - clássico de qualquer filme da Marvel: didático para qualquer criança entender - da origem de vários personagens do X-Men, o tal Apocalipse (ou pra digamos mais correto, o En Sabah Nur) começa a aparecer e equipar os seus súditos. Enquanto do outro lado, Xavier e Magneto passam por vários problemas e questões no seu cotidiano. No geral, o filme parte para uma guerra final entre os X-Men e o tal "deus". Neste conflito, vê-se as ações e forças de cada mutante, e de que forma, poderia acabar com a raça humana. Desta vez, a guerra não tem influencia direta dos humanos.
Um pequeno spoiler que é dito no final do filme que nos deixa à pensar: "Enfim, tudo está revelado".
Pois bem, o filme é daqueles que você assiste até o fim, mas não empolga totalmente. Talvez seja porquê vários filmes da franquia já são lançados e essa "mania holywoodiana" de voltar ao passado, às vezes apenas diz que não tem mais história ou que esta história foi contada errada.
No mais, o filme é nota 8.5. Como disse, muito melhor que a crítica, mas podia ser melhor sim. E que venha Liga da Justiça em 2017!
terça-feira, 24 de maio de 2016
CRÍTICA [RESSUREIÇÃO]
Realmente assisti demoradamente, eu sei. Porquê afinal, hoje so se assiste "filmes" por época..perdemos aquele costume de assistir filmes por diversão, entretenimento, ou simplesmente algum tipo de conhecimento. Pois bem, depois de algum tempo, resolvi escrever e assistir o filme "Ressurreição", com Joseph Fiennes (Hércules) que é um centurião romano poderoso cético que foi encarregado de investigar o "misterioso" sumiço de corpo de Yeshua (que finalmente é tratado como algo mais decente e menos fanático, sem aquela idéia medieval de Cristo branco, pois Cliff Curtis de origem árabe/indiana). Entre pressão política dos judeus e da "tentativa" de equilibrar tantos povos em um só reino, a pressão é para um desfecho político ser favorável. Entre as investigações, Clavius (Fiennes) vai a fundo e ver várias provas de que a "versão" de Yeshua ter sido ressucitado possa ser definitivamente verdade. Entre vários depoimentos, ele chega ao próprio Yeshua. Assim, ele começa a ver as coisas de forma diferenciada. "Ver e crer é fácil, dificil é sentir algo verdade sem ter visto" é uma das morais do filme. Que apesar de ser embasado na religião cristã, não força à barra. Ainda bem, pois em 'épocas de intolerância" é uma coerência cinematográfica e política. Enquanto ser tudo verdade, vai depender pra variar da fé (construída ou induzida?), pois o filme apenas relata uma outra visão, longe de catequizar alguém. Ainda bem. A nota é boa. 8.5. Belo filme, com respeito ao espectador.
domingo, 8 de maio de 2016
[CRÍTICA - FILME AMNÉSIA - 2000]
Tem filmes que conseguem trazer aquela
sensação intrigante, enigmática. Seguindo à recomendação de Diego Soares...resolvi
assistir Amnésia, do (talvez) melhor diretor dos últimos tempos,
Christopher Nolan (Batman, Interestelar, entre outros). O filme é de uma
complexidade tamanha que se você perder 30 segundos da longa, talvez
você não consiga mais entender o filme. O filme é daqueles que você tem
que estar de bem com a vida - e assim ter concentração
suficiente - para tentar entender os enigmas que são pouco a pouco
jogados na tela e de forma sutil. (Bem, isso é a cara do Nolan,
realmente como por ex, em Interestelar que de certa forma é bem mais
didático - se comparado à este). Bem, o filme conta um "possível"
cenário de assassinato em uma casa da mulher de Leonard Selby (Lenin?) e
que esta morre, e o "homem" se salva, porém, com várias sequelas, uma
delas raras mas terríveis é não conseguir gravar nada de fatos recentes,
isto é, ele não possui memória recente. Nolan através do grande Guy
Pearce (Selby) e a participação convincente de Joe Pantoliano o filme é
praticamente um diálogo (em poucas vezes um triálogo) quando entra em
jogo, a atual desaparecida dos grandes filmes - Carrie-Anne Moss (a
Trinity de Matrix) - em que ninguém entende quase nada do que é
realidade, de fato. É o tipo de filme que não se assiste em plena
transição domingo - segunda feira como fiz. Mas é um filmaço. Nolan,
sempre Nolan. A nota é ótima, e filme bem melhor que os últimos que
ganham "dinheiro" no cinema. Filme para pensar, sonhar com ele. Mesmo
que não se entenda tudo dele. Intrigante, isso é filme de Nolan. Nota:
9.7.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
[CRÍTICA] Invasão à Londres
Sabes aquele filme que você já sabe um pouco do início, meio e fim? Poisé, "Invasão à Londres" é um filme deste tipo. Ação não falta, bazuca, e tome, mas tome, tome mesmo muita bala. Mais de 5.000 em todo o filme, certeza. A história inicia de uma morte de um primeiro ministro da Inglaterra que faz "vários presidentes" irem à Londres, e lá acontece o tal atentado. Um terrorista muito conhecido por vender armas é o principal agente de tal ação. Ah, tenho que dizer que os EUA mataram a família dele há dois anos atrás. Ou seja, uma retaliação. Ah, como o primeiro filme, os primeiros minutos é sempre aquela "música nacionalista" e mostrando a "família" do presidente (Aa EckHart) e de seu "salva-guarda" (Gerald Butler), refletindo obviamente a "hombridade de ambos". É aquele filme doutrinador: mortes americanas logicamente são choradas, mortes dos outros são ignoradas, justas. E obviamente, como no primeiro filme, a "obcessão" em querer o presidente, e ser morto em praça virtual, etc etc. Os choros no televisão, rádio, no mundo inteiro, etc etc etc. Ah, a nota, é 5.5 pela ação do helicóptero caindo, apesar dos péssimos efeitos especiais =) Ah, e hoje estou de bom humor!
domingo, 1 de maio de 2016
[CRÍTICA] CAPITÃO AMÉRICA 3: Guerra Civil
Ultimamente venho observado às críticas de vários meios de comunicação sobre vários filmes,e obviamente, tenho percebido algumas questões que não consigo compreender...por isso, prefiro ver os filmes, não só escutando as "críticas" dos outros. Recomendo o mesmo. Veja e faça sua própria opinião. Pois bem, fui finalmente assisti "Capitão América 3: Guerra Civil" depois de um verdadeiro "marketing" e propaganda totalmente à favor do filme.
Detesto filmes com grandes expectativas. E Capitão América 3: Guerra Civil é um destes filmes que não "corresponde" à expectativa, mas também não é aquele que decepciona. A Marvel tem mérito em ter uma "filmologia" bem consolidada, agradando e atraindo vários públicos (infantil, adolescente, adulto, idosos, praticamente todos). É um tipo de filme didático, com uma "marca" bem específica da Marvel, como aquelas cenas pós-creditos.
Pois bem, vamos ao filme. O filme é muito didático, como qualquer outro da Marvel. Se você manjar da série "Agentes da Shield" e dos outros filmes da franquia, você entenderá o que iria acontecer. Vamos lá tentar explicar sem "grandes spoilers".
Um evento na Nigéria inicia-se, e há a participação de Capitão América (Chris Evans) - um personagem que realmente cresceu com o ator e com a força de vontade da Marvel em colocar um personagem muito desconhecido pelo grande público - em resolver alguns problemas. Mas pessoas morrem, e a idéia dos 'Vingadores" é colocada em xeque. Com isso, começa o problema: uns com umas opiniões, já outros, ao contrário. Pois bem, o roteiro como falei, é didático, bem desrcandeado, explicando cada passo, para enfim, chegar o tal "conflito" capitaneado entre Capitão América e Homem de Ferro (Robert Downey Jr)
Entre outros aspectos, o Homem Aranha (como já está sendo há muito tempo pra mim) é novamente uma decepção. O "tal herói" é mais cômico e "pirralho" (propriamente chamado no filme) do que um papel no minímo coadjuvante no filme. Há aquelas controvérsias de moralidade, de opiniões e de lado. O filme acaba novamente, em uma continuidade. Se irá vir mais Homem Aranha, Homem de Ferro e obviamente, Vingadores. Em alguns momentos, o Capitão América chega a ter um personagem maduro, mas com ações duvidosas, chega à ser "sem sentido" mas um leitor despercebido, não percebe.
Resumindo, o filme é didático, propriamente chamado de "blockbuster", mas não coloca à fundo a alma dos personagens. O filme é mais uma apresentação de volta ao Homem Aranha, boa participação do desconhecido Homem Formiga e a maturidade de dois personagens: Homem de Ferro e Capitão América. Os outros passam totalmente despercebidos. Pra mim um filme que não empolga, mas diverte quem veio só pra isso.
Não vejo como comparar esse filme à Batman vs Superman;
Batman e Superman (me desculpem) mas são personagens consolidados (fora como dentro do HQ, um é Deus e outro é o "cara" das trevas, literalmente). Você sente a falta do "herói" de fato em Capitão América 3: Guerra Civil. Porque este herói nem é Capitão América nem Homem de Ferro, nenhum outro.
Tirando esta "forçação" de barra do propaganda e marketing que tantos falam, Guerra Civil nem é melhor nem é pior que Batman vs Superman. É apenas outra versão de superheróis, mais voltada à familia, sem muitas complicações, ou "obscuridades". Erros de roteiro? Martha? Também tem coisas parecidas no filme de hoje. Como sempre, os fãs (geralmente desconhecem a DC como a Marvel) apenas refletem os fortes conflitos das duas na mídia. Erros de roteiro existem em ambos.
Mas a nota é boa, 9.0
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