terça-feira, 26 de dezembro de 2017

[CRÍTICA] O TAL BADALADO E CRITICADO "BRIGHT" DA NETFLIX

Bem, nesse "recesso" lá vai eu assistir Bright da Netflix. Tão badalado pela mesma e tão criticada pela CRÍTICA ESPECIALIZADA (que ultimamente, me perdoem os verdadeiros críticos, só estão sendo pagando para Disney (leia-se Fox, Marvel, e praticamente todos os estúdios, ah, monopólio né? Enfim, vou tentar esquecer que sou professor de Geografia). Vamos lá:

a)O filme é interessante, mostra um "mundo cheio de etnias/espécies" diferentes. As críticas dizem que é uma salada (é, mas o mundo de fato é essa salada) de assuntos e de cópias do Senhor dos Anéis, etc. Bem, para quem tem um pouco de neurônios funcionando, percebe-se claramente que tais ETNIAS são apenas "uma substituição fantasiosa" do que existe hoje. Orcs? Elfos? Humanos? Nada, realmente é explicado, mas percebe-se claramente algumas características claras. Digo lá uma: Senhor das Trevas precisa ser invocado para num sei quem, num sei o quê (ai ai, lembra o quê mesmo?) Do outro lado, se tem "orcs" com clãs e outros não. Viria um "profeta" etc etc, Ai ai Messias ok. Orcs = judeus? Que coisa, hein?

b)David Ayer, bombardeado em "Esquadrão Suicida" , é o diretor do filme. O filme é até bem dirigido, mas quando vira "briguinha pessoal no cinema" (leia-se a "depravação de vários atores, atrizes assediadas, pensa aí") percebe-se que parece algo pessoal contra ele. Mas isso de fato, não tira seus desméritos. O filme é no máximo regular perante a direção;

c)Talvez a maior crítica que faço ao filme é a "descontinuidade conceitual ou de roteiro". Como hoje, as pessoas somente entendem o que de fato, se ver (a tal "dislexia coletiva" que eu ouso falar), o filme parece uma bagunça não pelas etnias diferentes, mas pela falta de continuidade. Parece um filme feito as pressas, ou apenas um teste para o gênero. Afinal, a NETFLIX finca no mercado no Streaming, e pela "crise ética, de tudo" na verdade de Hollywood, uma lacuna é fincada. 

d)Will Smith? Não tenho muito o que falar, está mais velho, apesar de sua genética favorável, e mais um filme com o mesmo perfil. Todos policiais, heróis, etc etc ETC ETC ETC.

No mais, um filme regular bom. Bem melhor que muitos elogiados por aí.
Não, não, você não vai morrer nem quebrar a TV.
Ah, feliz ano novo! E que 2018 traga melhores filmes!

Nota: 7.5. 

sábado, 18 de novembro de 2017

[CRÍTICA] LIGA DA JUSTIÇA

Bem, vamos longo ao ponto. A "briga midiática e idiota" da DC e MARVEL, conseguiu seu principal objetivo: "retardar, superficializar" os filmes mais profundos. E os últimos filmes da DC sofreram com isso. Sem "ir à critério de nada", o filme da DC já entra "pressionado" pra não receber críticas. E percebe-se claramente isso em Liga da Justiça.

Vamos lá, primeiramente, vemos a preocupação de não fazer um filme longo (temos 2h contra 2h38 min de Batman vs Superman), um filme com menos "escuridão", já que pra "prestar" tem que ter o padrão "piadista - bonachão" MARVEL: rir e não ter muitas análises e profundidades de personagem e/ou atos;

De forma secundária, o filme tem um roteiro encaixado liderado por Joss Whedon (que produziu Agentes da Shield, da Marvel, olha a ironia, Vingadores, etc), porém, com Zack Snyder, temos efeitos especiais ótimos (retirando obviamente a superficialidade do efeito mal realizado no bigode do Superman, Henry Cavill). 

De forma terciária, a "midiatização", a pressão e a "marvelização eterna" dos filmes de super-heróis, e obviamente a preocupação em "gerar renda", fez com que o filme fosse menos o que esperava. Faltou a trilha sonora daquelas de deixar você em "panico" e/ou simplesmente em êxtase. A troca do "deus" Hanz Zimmer por Danny Elfman não gerou pontos positivos, em minha humilde opinião.

De forma quartenária, o filme não foi um desastre, tampouco o melhor de todos. Gal Gardot, a Mulher Maravilha, arrasa como sempre. É a mais equilibrada e é a "Diana" no cinema. Ben Afleck, Batman, é outro que também não decepciona, mas desculpe-me ainda não vejo o Alfred como o melhor ator. Talvez seja meu lado "Nolan" do Michael Kane. 

Resumindo, pra não ser muito chato, o filme é aquém do que podia ser, mas poderia ser bem além do que foi. Entre as tendências de mercado e a necessidade de "agradar" o público marvelita que dá renda, o filme é bom. 

Nota: 8,2
Como Fã: 8,2.

Sinceramente, preferi Batman vs Superman, e obviamente o melhor filme de super herói já feito no cinema: (Batman: Cavaleiro das Trevas com o perfeito Hedger - im memorian), e óbvio, adoro a "escuridão/profundidade" dos personagens da DC, coisa que pelo jeito, só veremos nos quadrinhos, e olhe lá.
Lógico a depender dessa "maioria superficialista" que está viciada no mundo Marvel.
Enfim, boa noite.

sábado, 4 de novembro de 2017

[CRÍTICA] Thor: Ragnarok

Bem, depois de ter deixado aqui com muita aranha, resolvi ver um filme no cinema, após alguns dias. E vi Thor: Raganarok, um filme "cara" "cara" "cara" da Marvel. Filme previsível, só que com muitas mortes, guerras e obviamente, piadas prontas e diversão. Definitivamente é um filme família tradicional com algumas pitadas de modernidade. Como sempre, os efeitos especiais são ótimos, e de bom, desculpe-me, apenas Mark Buffalo (Hulk) e Jeff GoldBlum (Grão-Mestre). Mas o filme diverte. Bom. Na média. 7.5! Será a minha idade avançada? Será eu que gosto mais da DC? Ou será eu exigente e as pessoas, não? Bem, na dúvida: Que venha Liga da Justiça!

domingo, 23 de julho de 2017

[TRANSFORMERS 5 - O ÚLTIMO CAVALEIRO]

-Bem, ultimamente vejo um "mimimi" até no cinema principalmente na polarização DC x MARVEL, de forma inútil, mas "entendível" por causa da rivalidade econômica. Mas o que tem a ver com Transformers 5? Só vi críticas a esse filme, como se ele de toda forma, fosse simplesmente descartável. Bem, quem sou eu pra questionar tais deuses, mas pra variar, discordo mais uma vez.
-Quem assiste Transformers 5, é porquê gosta do Autobot, Decepticon ou do grande Optimus Prime. Ou de alienígenas, ficção científica e afins. Não é um filme óbvio de grandes escalas filosóficas, ou sociais, ou de grande cunho ético e epistemológico. Mas vamos deixar de lero-lero...
-Enfim, o filme é mais um da saga do Michael Bay, que adora "bala, barulho e muito muito efeitos especiais". E que tais são feitos com última qualidade e grande cuidado. Os filmes de Bay tem essa característica, quer queira ou não. O filme mostra aquele "clichê" de fim de mundo, o grande "embate" entre os alienígenas, e óbvio, a saga de escolhidos, de segredos e de mistérios. 
-Como eu disse anteriormente, o filme é pra quem gosta do assunto, por isso, a "opinião" de um amontoado de assuntos e conteúdos. Bem, desde o primeiro Transformers que essa sequencia de roteiro se segue. E apenas no 5, que descobrem. Enfim, o filme é temático, segue uma sequência de "mistérios alienígenas" em uma forma ALTERNATIVA da explicação das coisas. Mas hoje, com o pós-modernismo (o embate superficial das explicações e coisas X positivismo lógico utópico) o filme se esvazia, e ainda mais as suas interpretações, ainda mais ajudada pelo "problema" de final de roteiro de todos os cinco filmes do Bay no Transformers. Você tem uma bateria daquelas, e o filme já acaba. Mas pra quem gosta do assunto, se diverte e gosta MUITO (como eu) dos 2h20 de filme.

-Resumindo, pode levar seu filho, filha e seu amigo (sem neuras) que ele vai gostar. NOTA: 7,3 (Regular), mas 8,0 (pra mim, que sou fã do Optimus Prime e dos assuntos)! 

Vejam: www.facebook.com/criticasdecinema/

domingo, 11 de junho de 2017

[MULHER MARAVILHA]

Depois de algum tempo, finalmente assisti Mulher Maravilha. E vamos direto ao ponto: Realmente, definitivamente, a senhorita Gal Gardot é a Mulher Maravilha. Jeito, beleza e principalmente simplicidade. Desde Batman vs Superman, Gardot já avisara. Eu sou ela e pronto. E nesse filme a mesma sensação acontece, e se aprofunda.

Vamos lá...ao filme:

a)o filme é leve, com as belezas da "ilha" de Diana, e a sua relativa paz e austeridade. A fotografia é interessante;

b)Apesar da "sequência mercadológica" de Mulher Maravilha que se distancia do "mundo sombrio" da DC e aproximando do mundo "perfeito e heróico" do cinema da Marvel (por isso, a PÉSSIMA CRÍTICA DA COMPARAÇÃO ENTRE AS DUAS), o filme trata reflexões, principalmente sobre o papel da Diana;

c)Com isso, aquelas velhas: quem criou o mundo? ele é justo? o problema somos nós? É um deus que criou a guerra? Afinal, que espécie é essa, que mata a si próprio? a política é acima de tudo? Patty Jenkins dá uma certa "moralidade" nesses questionamentos;

d)Ah, se depender do machismo x feminismo (A onda de embates cibernéticos à toa) eu sou feminista. Gal Gardot empolga e moraliza o que é heroísmo. Eu que sempre fui fã da Trindade, percebi que sou fã dela sim, e muito. Mas calma, Batman é insuperável #D Os personagens da DC são profundos, Gardot conseguiu colocar isso em prol dela. 

e)Apesar de tantas críticas positivas, tenho que lembrar que o roteiro comete algumas falhas no fim. Sem um certo devido cuidado, duas guerras épicas são colocadas de formas totalmente rápidas e sem "sentido" direto. Apesar de uma ideologia da Diana, nada justifica uma rapidez no desfecho. Talvez seja por isso a "comparação" com a Marvel, que tem um roteiro bem amarrado, didático, quase infantil. Por isso o "filme família". Em suma, não espero que a DC caia nessa armadilha e não faça sua própria identidade.

RESUMINDO, o filme para mim (como fã) é nota 10,0. Nada se compara a "Batman - Cavaleiro das Trevas"...pra mim será durante por muito tempo INSUPERÁVEL (esse é nota 11,0).
Mas como "metido a crítico", dou nota 9,5. Que venha Gal Gardot, Ben Afleck e o nosso esperado ressurgido "Henri Cavill" e a nossa tão esperada "Liga da Justiça" - desenho típico de várias ex-crianças dos anos 1980-90. Bora Diana!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

FILME A CABANA

Bem, depois de muito tempo, vim comentar aqui um filme, que assisti: A Cabana, bem, desta vez, eu  li o livro ainda em 2007, com a mentalidade de tal época. (ou seja, 10 anos atrás, eu sei lá quem eu era)
Era apenas um humilde graduando do possível 3 semestre em Geografia.

Bem, vamos lá, como no livro, eu não gostei muito do filme. Mas juro que "tentarei" ser imparcial (afinal nunca consigo, mas quem consegue?) para não ser injusto:

a)a fotografia é interessante, juntamente com um roteiro amarrado, porém, muito lento, com marcha lenta. O filme faz dormir...se perde tempo em cenas totalmente desnecessárias...durante vários momentos;

b)O filme assim como o seu protagonista é uma confusão: vai de budismo à espiritismo e à um cristianismo ortodoxo.Não conheço tanto o Young, mas eu acho que ele ficou preocupado em "associar" uma linguagem religiosa universal, mas muito superficial. 

c)O filme tenta abordar importantes preceitos filosóficos/religiosos: ética, perdão, justiça e óbvio sabedoria.Consegue refletir, mas não consegue avançar. Como no livro, o filme se agarra aos velhos jargões cristãos. E não sai disso, mas pra ser justo, vale a tentativa em tantas discussões inutéis do dia a dia.

d)A pior crítica que faço do filme é a "terapia midiática" (típica da dita sociedade
pós-moderna que quer "afago" psicológico) que tantas longas metragens fazem de Deus. Pra mim,é uma tentativa inútil de salvar esse "cristianismo midiático" que tanto se ouve/lê/sente nos EUA (E por aqui também,óbvio). Deus rindo, Jesus..fazendo caixão...Espírito Santo sério..Entendi a personificação, e até associação à uma
"EQM" (Experiência quase morte), mas acho terapêutico, como é em "Todo Poderoso" de Jim Carrey.Veja-se: Deus não está Morto, Apocalipse, entre outros.

Vamos lá, direto, nota do filme (características técnicas): 7,0
Minha nota pessoal: 5,5